Cirurgias órbito-palpebrais: função e estética do olhar.

Tratamento de alterações na posição e no funcionamento das pálpebras, como a ptose palpebral e o ectrópio.

Ptose palpebral

Na ptose, a pálpebra superior fica mais baixa do que deveria, por uma alteração no músculo que a levanta. Além de deixar o olhar cansado ou assimétrico, pode atrapalhar a visão, fazendo a pessoa levantar a testa ou o queixo para enxergar.

A cirurgia reposiciona ou reforça esse músculo para elevar a pálpebra. É diferente da blefaroplastia, que trata o excesso de pele, embora as duas possam ser feitas juntas.

Ectrópio

No ectrópio, a pálpebra inferior se afasta do olho e fica voltada para fora. Isso pode causar lacrimejamento, olho vermelho, ardência e sensação de areia.

A correção devolve a pálpebra à posição correta, protegendo o olho e aliviando os sintomas. A técnica depende da causa, que pode ser flacidez, cicatrizes ou outras alterações.

Avaliação e cirurgia

Cada caso começa com uma avaliação detalhada da posição das pálpebras e dos sintomas. Os procedimentos costumam ser feitos com anestesia local e sedação, e a técnica é explicada em detalhes antes de marcarmos a data.

Recuperação

Inchaço e manchas roxas são comuns nos primeiros dias. Em geral, a recuperação para atividades leves leva de uma a duas semanas, com retornos para acompanhar a cicatrização e a posição da pálpebra.

Perguntas frequentes

Ptose e pálpebra caída por excesso de pele são a mesma coisa?

Não. Na ptose o problema está no músculo que levanta a pálpebra; no excesso de pele, a pálpebra está na posição certa, mas há pele sobrando. A avaliação define qual é o seu caso, e às vezes os dois coexistem.

Essas cirurgias são só estéticas?

Não. Ptose e ectrópio muitas vezes causam sintomas e atrapalham a visão ou a proteção do olho, por isso a correção também tem objetivo funcional.

A cirurgia é feita nos dois olhos?

Depende. Algumas alterações acontecem só de um lado, e o planejamento busca a melhor simetria possível.

As informações desta página são gerais e não substituem a consulta. Indicação, técnica e recuperação variam de pessoa para pessoa e são definidas na avaliação individual.